NOSSA HISTÓRIA  

      Desde a ideia inicial da aquisição do Sítio Terrinha em 2001, nome dado posteriormente, em momento algum foi ao menos mencionado a agricultura convencional, mas a orgânica que foi o modelo que aprendi com meus Pais, Elias Pinheiro Alves e Maria Pinheiro Lopes, ela in memoriam, tudo passado de geração em geração, mesmo assim conseguiram alimentar uma família de sete filhos, dependendo apenas das boas terras que possuíam e das águas das chuvas, se com tão pouco conseguiram imaginei: Nesse sítio posso ter uma boa irrigação e ainda contar com conhecimentos dos quais infelizmente eles nunca tiveram acesso, nem mesmo energia elétrica tinham, então porque usar agrotóxicos? Muitos já tentaram me convencer do contrário, que o agrotóxico facilita, não é prejudicial e uns ainda dizem: Ao contrário é benéfico inclusive a Natureza e ainda teremos alimentos mais saudáveis... O tipo de coisa: Melhor escutar que ser surdo...

 Antes de começar a destruir vale refletir: A natureza em nada depende de nós, nós que somos 100% dependentes dela. Muito antes dela deixar de existir já não existirá um único ser humano na face da terra e ela não deixará de existir, mas voltará com todo vigor a ser o que era antes da sua degradação exclusivamente pelo ser humano...

A placa da imagem a direita retrata superficialmente o que acredito e quero, foi somente imaginada, é só uma imagem por enquanto...

                                               Eliseu Pinheiro Lopes

 

Instrumentos musicais e artesanatos em Bambu

A ideia do primeiro violão de Bambu, nasceu em 2009 quando administrava a Fazenda dos Bambus em Pardinho interior de São Paulo.

Sendo o Bambu o material que mais se aproxima da sustentabilidade, nada mais viável que encorporar o projeto as atividades do Sítio Terrinha onde vivo hoje.

As pesquisas com a planta sagrada que é o Bambu continuam tanto no cultivo quanto no uso, e novas descobertas surgem a cada dia.
As últimas experiências no cultivo tem girado em torno da produção de mudas, transplante e adaptação ao nosso clima semi-árido do Vale do Jequitinhonha.

Quanto ao uso do material ultimamente tenho como destaque, a construção de um Ukulele, que tem sido minha distração nas horas de folga.

Mesmo pensando em comercializar os instrumentos fabricados futuramente, continuo incentivando o aparecimento de novos construtores, pois não tem nada mais gratificante que tocar um instrumento de sua própria construção...

Retribuindo

       Ninguém é dono de nada, adquirimos o direito de uso apenas, mesmo assim por vários motivos, muitas vezes somos privados até desse direito, de usar como gostaríamos.

       Várias vezes na vida fui chamado de louco e a compra desse sítio no estado que pode ser visto na foto a esquerda foi um desses motivos, mas era exatamente isso que eu queria, poder provar que é possível recuperar e fazer bom uso de qualquer propriedade por mais explorada que já tenha sido.

      Então meu principal objetivo passou a ser devolver a Natureza tal propriedade em condições sustentáveis com um uso equilibrado baseado na agricultura orgânica com princípios permaculturais, o resultado pode ser visto na foto a direita, mesmo sendo esta da época das chuvas e a da esquerda da seca.

Explore

Ajuda

Redes Sociais

Newsletter

Comunidade Barra da Barriguda
Caixa Postal 16

Receba novidades e atualizações

Vale do Jequitinhonha

Araçuaí - MG - CEP: 39600-000

Tel: (33) 99912-4946